terça-feira, 26 de maio de 2015

Gestão de Tempo (docente Fabrício Medeiros)

Dando continuidade ao segundo módulo, analisamos a gestão de tempo no universo do guia de turismo, especificamente sobre a importância desta. Mas afinal, qual é a sua importância? O tempo é um recurso não renovável e não estocável e a ligação (principalmente) do guia de turismo com ele é relacionada à pontualidade para iniciar e encerrar uma atividade, apresentar o momento em que algo deixou de acontecer ou passou a acontecer, a ser construído, entre outros fatores. Tempo desperdiçado durante uma viagem pode significar a perca de uma visitação em um atrativo, estouro do limite de tempo concedido pela agência para uma viagem, e pode resultar até mesmo em percas de decolagens. O guia de turismo inevitavelmente deve estar sempre atento ao tempo. 



Junto às alunas Alice, Elizandra, Jackeline, Julia e Marcela, elaborei um roteiro de viagem refletindo sobre a gestão de tempo. O tema escolhido para o nosso roteiro foi turismo cultural e histórico, com destino à Salvador-BA com 40 passageiros. 

Para visualizar o roteiro, basta baixá-lo clicando aqui.

Código de Ética da Profissão (docente Fabrício Medeiros)


A resolução de se adotar um Código Mundial de Ética do Turismo foi tomada na Assembléia Geral da Organização Mundial do Turismo (OMT), de 1997, realizada em Istambul. Um comitê especial foi criado para elaborar o documento, tendo como base um documento preliminar elaborado pela própria OMT.

O Código Mundial de Ética no Turismo é importante para expressar a intenção de promover uma ordem turística mundial ética - equitativa, responsável e sustentável - em benefício de todos os setores da sociedade.

Os pontos de maior destaque são desse código, incluem:
  • Contribuição do turismo para a compreensão e respeito mútuo entre homens e sociedades.
  • Instrumento de desenvolvimento individual e coletivo.
  • Fator de desenvolvimento sustentável.
  • Fator de aproveitamento e enriquecimento do Patrimônio Cultural da Humanidade.
  • Atividade benéfica para os países e para as comunidades de destino.
  • Obrigações dos agentes de desenvolvimento turístico: fornecer aos turistas uma informação objetiva e sincera sobre os destinos, condições de viagens e estada; assegurar transparência nos contratos propostos; cooperar com autoridades quanto à segurança e prevenção de acidentes; permitir o exercício de práticas religiosas, durante os deslocamentos.
  • Direito ao turismo: acesso direto e pessoal à descoberta de riquezas do nosso mundo.
  • Liberdade de deslocamento turístico: os turistas e visitantes se beneficiarão, respeitando-se o direito internacional e as legislações nacionais, da liberdade de circulação.
  • Direito dos trabalhadores e dos empresários da indústria turística: os direitos dos trabalhadores deve ser assegurado pelas administrações; têm o direito de adquirir uma formação ajustada, inicial e contínua.
  • Aplicação dos princípios do Código Mundial.

Para visualizar o Código Mundial de Ética do Turismo, basta clicar aqui

Técnicas de Primeiros Socorros (docente Benedito dos Reis Neves)

No segundo módulo do curso técnico, tivemos a importantíssima aula de primeiros socorros, ou seja, ações iniciais aplicadas às vítimas em situação de emergência (acidentes, mal súbito), no local em que ocorreram ou se manifestaram, que tem como finalidade diminuir a dor, e evitar o agravamento de algumas lesões, ou seja, manter a vida da vítima sem provocar novas lesões ou agravar as já existentes, até a chegada do socorro ou recurso hospitalar adequado.
No atendimento às emergências, contamos com:
  • Segurança do local
  • A chamada do resgate
  • Avaliação da vítima
  • Prestação do socorro (se necessário)

Contato com a vítima

Se a vítima estiver consciente o socorrista deve:
  • Apresentar-se, dizendo seu nome e que está para ajudar a socorrer;
  • Indagar se pode ajudá-la (obtenha o consentimento).
  • Questionar sobre o ocorrido.
  • Informar que vai examiná-la e a importância de fazê-lo.

 Ao avaliar uma vítima, devemos observar:
  •  Sinais e sintomas específicos de emergência médica ou de trauma apresentados pela vítima;
  •  Indícios de lesão na coluna vertebral;
  •  Conduta e/ou comportamento da vítima, atentando para qualquer alteração em suas condições em quaisquer das etapas de avaliação.
As informações obtidas por esse processo, que não se estende por mais do que alguns segundos, são extremamente valiosas na sequência do exame, que é subdividido em duas partes: a análise primária e a análise secundária da vítima. Para saber mais sobre essas duas análises, clique aqui