sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Imigração Dinamarquesa no Brasil

Durante a escolha dos países para falarmos sobre a imigração de seus habitantes no Brasil, escolhi a Dinamarca. Sobre a imigração dinamarquesa no Brasil pouco se fala e pouco se sabe sobre ela nos registros. É muito importante citarmos sobre ela principalmente quando se trata da região do interior paulista, mais especificamente em Piracicaba. Christiano Matthiessen, um imigrante dinamarquês, veio para o Brasil em busca de terras para lavoura. Nesta ocasião, Christiano Matthiessen prospectava terras e foi à Piracicaba a convite do amigo Dr. Prudente de Morais; conheceu as terras onde hoje se localiza a Fazenda Capuava e se encantou com as mesmas, lembrando muito sua terra natal pelo fato de serem planas e propícias à agricultura.

Prudente de Morais, que foi o primeiro presidente civil da Primeira República e ao lado a Fazenda Capuava (Fonte das imagens: ven1.blogspot.com e www.capuava.com.br) 

 Fundou então, em 1886, a Fazenda Capuava, onde iniciou suas atividades com inovações e técnicas modernas na fabricação de peças de madeira pelos imigrantes dinamarqueses que costumeiramente tomavam AQUAVIT, um destilado de origem escandinava, produzida a partir da destilação de batatas ou de cereais e redestilada com aromatizantes. Como no Brasil não havia esta bebida, estes imigrantes iniciaram a plantação de cana-de-açúcar, objetivando a produção de um destilado alcoólico. Assim iniciou-se a fabricação da Primeira Cachaça Artesanal da região de Piracicaba. Com o excelente solo e clima propício foi com a cana-de-açúcar que a Fazenda Capuava encontrou sua vocação. 

Capucana - Cachaça artesanal produzida na Fazenda Capuava (Fonte da imagem: www.capucana.com)

Quando falamos em Dinamarca é importante citarmos sobre o dinamarquês Hans Brøchner Misfeldt, escritor de histórias infantis.
Talvez Andersen não se sentisse muito confortável por ter-se tornado famoso como autor de contos de fadas. Antes tivera uma extensa e ambiciosa produção literária escrevendo romances “sérios”, que hoje já não são lidos, e com eles já havia conquistado a Europa. Mas foi com o gênero chamado conto de fadas que conquistou o mundo. Como define bem o escritor brasileiro de origem dinamarquesa Per Johns, conto de fadas em escandinavo é eventyr ou äventyr, literalmente uma aventura, com o significado de viagem, “a viagem de uma vida – de rumo incerto, mas fascinante. Abarca tanto a pura narrativa de um acontecimento fantástico como o périplo do espírito que sai mundo afora em busca do destino, em vez de esperar que ele chegue. O que equivale a dizer: ou se vive uma vida como uma aventura que se renova a cada dia, ou não vale a pena vivê-la.”

Devemos encarar suas histórias sob esse ponto de vista. Cada conto é uma aventura em que o ser humano se desprende de suas limitações para assumir o próprio destino, mesmo com todos os riscos que essa possibilidade apresenta.

Em muitos de seus contos está presente essa viagem e aventura. Não é à toa que Andersen foi considerado o precursor da literatura mundial, e em virtude disso no dia que marca seu nascimento, 2 de abril, é comemorado também o Dia Internacional da Literatura Infanto-Juvenil. Além disso, o mais importante prêmio internacional de gênero, o Prêmio Hans Christian Andersen, tem seu nome. 

(Fonte da imagem: blog.imaginarium.com.br, closetedmonster.wordpress.com e edição realizada por mim)

Influência Dinamarquesa na Culinária do Brasil

Um fato importante da história foi a imigração de dinamarqueses para Minas Gerais, onde montaram as primeiras fábricas de queijos finos do país em 1920 como o roquefort, gruyére e gorgonzola, que eram transportados até as estações de trem no lombo de burros em jacás de bambu forrados com palha de bananeira.

Foram os dinamarqueses quem criaram o queijo prato assim chamado por ter o formato de um prato de comida que mais tarde teria o formato retangular para facilitar o corte em fatias para uso em sanduíches. 

(Fonte da imagem: cartoondealer.com e edição realizada por mim)

 Receita do Queijo Prato
  • Leite: filtrado, padronizado, pasteurizado acidez 15 a 18ºD
  • Gordura: 3,4 a 3,6%.
  • Fermento lático: Fermento mesofílico à base de Lactococcus lactis subsp. lactis e Lactococcus lactis subsp. cremoris. O fermento pode ser na forma para uso direto (dvs).
  • Cloreto de cálcio (sol. 40% m/m): 40 a 50 ml para 100 litros de leite.
  • Corante Natural de Urucum: dosagem de 8 a 10 ml para cada 100 litros de leite.
  • Nitrato de Sódio (Salitre do Chile): dosagem de 20 gramas para cada 100 litros de leite (prevenção de estufamento tardio).
  • Temperatura adição do coagulante: 34 a 35ºC.
  • Coagulante Quimase na dosagem de 20 ml para cada 100 litros de leite.
  • Tempo de coagulação: 35 a 50 minutos.
  • Corte: lento.
  • Grão: 3,  grão de milho (lira vertical e horizontal).
  • Repouso: 3 minutos.

1ª Mexedura e delactosagem: 20 minutos. Retirar 30 a 35% de soro e adicionar água a temperatura de 75ºC, lentamente, até que atinja a temperatura de 41 a 42ºC (normalmente utiliza-se de 15 a 20% de água na sua totalidade). A partir deste momento a mexedura deve ser intensificada com macalé ou garfo.
Prosseguir a mexedura até o ponto evitando quebra excessiva dos grãos ou formação de aglomerados dos mesmos.
Ponto: em torno de 80 a 90 minutos (após o corte), com os grãos apresentando determinada característica de consistência.  Após o ponto remove-se a massa para à extremidade oposta à saída do tanque.
Dessoragem: pré prensa-se com soro.
Pré prensagem: com peso igual a 2 vezes mais ao peso da massa (podendo ser manual ou pneumática) por 15 a 20 minutos.
Enformagem e prensagem: após a pré-prensagem proceder a enformagem com as formas específicas e com dessoradores.
Para formas com dessoradores apropriados faz-se uma prensagem direta de 90 a 120 minutos com peso dez vezes superior ao peso de cada queijo (queijo de 1 quilo = 10 quilos de peso). Em prensa pneumática utilizar 35 a 40 lbs/pol². Para dessoradores de panos, após 20 minutos de prensagem, fazer uma viragem dos queijos e acertar os panos para que não marquem demasiadamente os mesmos.
Fermentação: deixamos que os queijos permaneçam nas prensas até o dia seguinte (sem peso) devendo-se fazer o “toillet” (retirar rebarbas e prensar sem dessorador para eliminar suas marcas). O pH  deve estar na faixa de 5,00 a 5,20 (massa). Desmineralização controlada.
Salga: Em salmoura (temperatura de 10 a 12ºC com 19 a 21% de sal, pH de 5,00 a 5,30). Tempo variável em função do tamanho dos queijos:
Queijo de 2 quilos = 36 a 48 horas
Queijo de 1 quilo = 18 a 24 horas
Queijo de ½ quilo = 6 a 8 horas
Secagem: Após a salmoura os queijos deverão secar por 24 a 48 horas, umidade de 80 a 85%. Após a secagem embalar em embalagem à vácuo e mantê-los numa temperatura de 10 a 12ºC. Depois de 25 a 30 dias, destinar para câmara de estocagem final com temperatura máxima de 5ºC. Embalado à vácuo sob refrigeração durabilidade de até 6 meses.  

Fonte da imagem: blogdopco.com.br 

Para fazer download de uma apresentação no Power Point  realizado por mim sobre a imigração dinamarquesa no Brasil, basta clicar aqui.

Educação Ambiental e Sustentabilidade Turística

Uma atividade que utiliza muito recurso natural é o turismo, que faz da natureza pontos turísticos e exige construções de infra- estruturas para receber os visitantes, porém, tem havido uma série de propostas para amenizar esses impactos, de maneira a conciliar preservação da natureza com a expansão do turismo. O desenvolvimento turístico deve pautar por "economizar os recursos naturais raros e preciosos, principalmente a água e a  energia, e que venham a evitar, na medida do possível a produção de dejetos, deve ser privilegiado e encorajado pelas autoridades públicas nacionais, regionais e locais". (Artigo 3 Código de Ética - OMT). O guia de turismo tem como uma das suas principais funções orientar seus passageiros sobre a preservação da localidade onde ele se encontra, e mais que isso, ser exemplo, além de ter consciência plena do turismo de massa que pode arruinar determinado (s) ponto (s) turístico (s), criando uma perda para a localidade/ambiente, visitantes e para o próprio guia de turismo.


(Fonte da imagem: www.nopatio.com.br)


Biodiversidade como apelo do turismo na natureza: o caso de Bonito e Jardim (MS)

As flutuações praticadas por turistas nos rios de Bonito e Jardim, como o rio da Prata, e rio Sucuri e rio Formoso, estão hoje bem organizadas, contando com guias treinados no sentido de procurar o uso sustentável do recurso turístico, segundo uma conduta de mínimo impacto e de emprego de equipamentos compatíveis com o tipo de recreação. O rio Sucuri localiza-se na Fazenda São Geraldo, que possui 8.405 hectares, localizada a 18 km do centro da cidade de Bonito, na Serra da Bodoquena.
O modelo utilizado em Bonito para flutuação nos rios exige o acompanhamento de guia credenciado, o que diminui os efeitos indesejados do turismo de massa, caso em que o controle é muito difícil. A limitação do número de turistas, que precisam fazer reservas com antecedência, já é uma forma de conscientizar os grupos de visitantes para a importância de se proteger as atrações naturais. Para ir às principais atrações de Bonito, como o Abismo Anhumas - a maior caverna submersa do mundo -, a famosa gruta do Lago Azul e as flutuações e os mergulhos nos rios Formoso e da Prata, é preciso comprar um voucher. "Com ele, a arrecadação é dividida entre os gestores envolvidos e há um controle absoluto sobre quantas pessoas estão fazendo os tours", diz Lucila Egydio, bióloga e especialista em ecoturismo.
A maior parte das espécies de peixes se habitua à presença do turista e são facilmente visualizados em seu habitat natural. O equipamento obrigatório de flutuação permite que o turista, conduzido por um guia que orienta o grupo, flutue sem precisar tocar no substrato e na vegetação do leito do rio. Essas plantas são representadas por diversos grupos taxonômicos tais como algas, musgos, samambaias e macrófitas aquáticas, e se distribuem amplamente ao longo da maioria dos rios, córregos e lagos da região.

Flutuação no Rio da Prata (Fonte da imagem: www.pousadajubaia.com.br)

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Pluralidade Cultural (Docente Fabrício Medeiros)

A interculturalidade no processo de formação do povo brasileiro está ligada a vários fatores, alguns deles são relacionados aos pilares da cultura brasileira que se baseiam na cultura indígena, portuguesa e africana. A cultura brasileira é o resultado da miscigenação de diversos grupos étnicos que participaram da formação da população brasileira. A diversidade cultural predominante no Brasil é consequência também da grande extensão territorial e das características geradas em cada região do país. Não podemos deixar de citar as  contribuições dos índios brasileiros para a nossa formação cultural e social. Do ponto de vista étnico, contribuíram para o surgimento de um indivíduo tipicamente brasileiro: o caboclo (mestiço de branco e índio). Na formação cultural, os índios contribuíram com o vocabulário, o qual possui inúmeros termos de origem indígena, como pindorama, anhanguera, ibirapitanga, Itamaracá, entre outros. Com o folclore, permaneceram as lenda como o curupira, o saci-pererê, o boitatá, a iara, dentre outros. Os portugueses realizaram uma transplantação cultural para a colônia, destacando-se a língua portuguesa, falada em todo o país e a religião católica, crença de grande parte da população, com extenso calendário religioso, com suas festas e procissões. As instituições administrativas, o tipo de construções dos povoados, vilas e cidades e a agricultura fazem parte da herança portuguesa. O negro africano foi trazido para o Brasil para ser empregado como mão de obra escrava e deixou muito da sua cultura para nós.
Salvador, no nordeste do Brasil, foi a cidade que recebeu o maior número de negros e onde sobrevivem vários elementos culturais como o “traje de baiana” (com turbante, saias rendadas, braceletes, colares), a capoeira, os instrumentos de música como o tambor, atabaque, cuíca, berimbau e afoxé. 
Dieme, Marcela, Júlia, Jackeline e eu, tentamos mostrar a pluralidade cultural no Brasil através de um desenho:






    Dieme, eu, Júlia França, Marcela e Jackeline


Dando sequência sobre a interculturalidade no processo de formação do povo brasileiro, assistimos a uma série de vídeos de Darcy Ribeiro, que foi um antropólogo, escritor e político brasileiro. Para Ribeiro, o “surgimento de uma etnia brasileira, inclusiva, que possa envolver e acolher a gente variada que aqui se juntou, passa tanto pela anulação das identificações étnicas de índios, africanos e europeus, como pela indiferenciação entre as várias formas de mestiçagem, como os mulatos (negros com brancos), caboclos (brancos com índios) ou curibocas (negros com índios)”.

Segue abaixo um dos vídeos assistidos por nós:



Segmentação Turística e Personalização de Roteiros (Docente Zé Gotardo)

Quando nos referimos à segmentação de mercado relacionada à atividade turística, nos referimos a um fator muito importante. Os turistas, quando decidem realizar uma viagem, tomam a decisão baseados em alguns fatores de atratividade que uma determinada localidade possui. A atividade turística como toda e qualquer atividade econômica precisa se posicionar de forma estratégica no mercado para atrair um número significativo de demanda se consolidando, portanto como uma atividade que gera emprego e renda para a localidade ao qual se insere. Os roteiros turísticos estão se transformando e surgem cada vez mais segmentados, com foco em preferências específicas do turista, como aventura, história, conforto, gastronomia e família. É importante sempre estar atento ao perfil do turista,  para que assim possamos nos preparar adequadamente para receber os mais diferentes tipos de públicos, atendendo os anseios específicos de cada um.



terça-feira, 26 de maio de 2015

Gestão de Tempo (docente Fabrício Medeiros)

Dando continuidade ao segundo módulo, analisamos a gestão de tempo no universo do guia de turismo, especificamente sobre a importância desta. Mas afinal, qual é a sua importância? O tempo é um recurso não renovável e não estocável e a ligação (principalmente) do guia de turismo com ele é relacionada à pontualidade para iniciar e encerrar uma atividade, apresentar o momento em que algo deixou de acontecer ou passou a acontecer, a ser construído, entre outros fatores. Tempo desperdiçado durante uma viagem pode significar a perca de uma visitação em um atrativo, estouro do limite de tempo concedido pela agência para uma viagem, e pode resultar até mesmo em percas de decolagens. O guia de turismo inevitavelmente deve estar sempre atento ao tempo. 



Junto às alunas Alice, Elizandra, Jackeline, Julia e Marcela, elaborei um roteiro de viagem refletindo sobre a gestão de tempo. O tema escolhido para o nosso roteiro foi turismo cultural e histórico, com destino à Salvador-BA com 40 passageiros. 

Para visualizar o roteiro, basta baixá-lo clicando aqui.

Código de Ética da Profissão (docente Fabrício Medeiros)


A resolução de se adotar um Código Mundial de Ética do Turismo foi tomada na Assembléia Geral da Organização Mundial do Turismo (OMT), de 1997, realizada em Istambul. Um comitê especial foi criado para elaborar o documento, tendo como base um documento preliminar elaborado pela própria OMT.

O Código Mundial de Ética no Turismo é importante para expressar a intenção de promover uma ordem turística mundial ética - equitativa, responsável e sustentável - em benefício de todos os setores da sociedade.

Os pontos de maior destaque são desse código, incluem:
  • Contribuição do turismo para a compreensão e respeito mútuo entre homens e sociedades.
  • Instrumento de desenvolvimento individual e coletivo.
  • Fator de desenvolvimento sustentável.
  • Fator de aproveitamento e enriquecimento do Patrimônio Cultural da Humanidade.
  • Atividade benéfica para os países e para as comunidades de destino.
  • Obrigações dos agentes de desenvolvimento turístico: fornecer aos turistas uma informação objetiva e sincera sobre os destinos, condições de viagens e estada; assegurar transparência nos contratos propostos; cooperar com autoridades quanto à segurança e prevenção de acidentes; permitir o exercício de práticas religiosas, durante os deslocamentos.
  • Direito ao turismo: acesso direto e pessoal à descoberta de riquezas do nosso mundo.
  • Liberdade de deslocamento turístico: os turistas e visitantes se beneficiarão, respeitando-se o direito internacional e as legislações nacionais, da liberdade de circulação.
  • Direito dos trabalhadores e dos empresários da indústria turística: os direitos dos trabalhadores deve ser assegurado pelas administrações; têm o direito de adquirir uma formação ajustada, inicial e contínua.
  • Aplicação dos princípios do Código Mundial.

Para visualizar o Código Mundial de Ética do Turismo, basta clicar aqui

Técnicas de Primeiros Socorros (docente Benedito dos Reis Neves)

No segundo módulo do curso técnico, tivemos a importantíssima aula de primeiros socorros, ou seja, ações iniciais aplicadas às vítimas em situação de emergência (acidentes, mal súbito), no local em que ocorreram ou se manifestaram, que tem como finalidade diminuir a dor, e evitar o agravamento de algumas lesões, ou seja, manter a vida da vítima sem provocar novas lesões ou agravar as já existentes, até a chegada do socorro ou recurso hospitalar adequado.
No atendimento às emergências, contamos com:
  • Segurança do local
  • A chamada do resgate
  • Avaliação da vítima
  • Prestação do socorro (se necessário)

Contato com a vítima

Se a vítima estiver consciente o socorrista deve:
  • Apresentar-se, dizendo seu nome e que está para ajudar a socorrer;
  • Indagar se pode ajudá-la (obtenha o consentimento).
  • Questionar sobre o ocorrido.
  • Informar que vai examiná-la e a importância de fazê-lo.

 Ao avaliar uma vítima, devemos observar:
  •  Sinais e sintomas específicos de emergência médica ou de trauma apresentados pela vítima;
  •  Indícios de lesão na coluna vertebral;
  •  Conduta e/ou comportamento da vítima, atentando para qualquer alteração em suas condições em quaisquer das etapas de avaliação.
As informações obtidas por esse processo, que não se estende por mais do que alguns segundos, são extremamente valiosas na sequência do exame, que é subdividido em duas partes: a análise primária e a análise secundária da vítima. Para saber mais sobre essas duas análises, clique aqui

domingo, 26 de abril de 2015

Apresentação e Expectativas do Curso Técnico

Meu nome é Tamires Carneluti, tenho 16 anos, moro em Saltinho, localizado no interior de São Paulo, e sou aluna do técnico em guia de turismo no Senac Piracicaba. Desde a infância venho desenvolvendo interesse pelo trabalho no setor turístico, mais especificamente na área que envolve o guiamento. Aos 13 anos concluí o curso de noções básicas em hotelaria e etiqueta, fornecido pela Secretaria de Educação de Tietê, confirmando então o meu interesse pelo setor turístico, ainda mais pelo fato de gostar de aprender sobre novas culturas, idiomas e gostar de lidar com pessoas. Minhas expectativas em relação ao curso técnico envolvem aprender habilidades de condução de grupo e os demais conhecimentos necessários para exercer a profissão de guia de turismo.